OSAMA BIN LADEN
querubins sopram orfismo petroquímico sem sentido nas suas preces - são garotos islâmicos malaios paquistaneses bósnios afegãos idealizando pentes de AK-47 nas entrelinhas do corão
vistas de lá brilham chama divinal.
homens & mulheres
velhos & crianças
sacodem os cabelos por de baixo dos véus
pilotos de boing & acionistas de wall street não possuem 1/3 protestante pra orar aos escorpiões contidos nas barbas de
OSAMA
BIN
LADEN.
vistas de lá brilham chama divinal.
homens & mulheres
velhos & crianças
sacodem os cabelos por de baixo dos véus
pilotos de boing & acionistas de wall street não possuem 1/3 protestante pra orar aos escorpiões contidos nas barbas de
OSAMA
BIN
LADEN.
pra mulher que passou
seu sorriso se abre num rio.
(água doce escorreu enquanto eu era a limosa pedra abatida)
(água doce escorreu enquanto eu era a limosa pedra abatida)
lamento para Manhã
o trabalho transforma o homem em parasita social
AH rimbaud !
eu era jovem demais & sua magia me abraçou com o nascimento do trabalho novo - a nova consciência!
e daqui do meu balcão vejo o homem pior do que ele deve ser
daqui do meu balcão penso em kropotikin sem esperança
até porque,o que deve ser feito- o que ?! sou alguém que ama imagens
como um louco um santo um surto vejo o milagre da multiplicação & vejo qualquer cristo como um grande revolucionário
milagre à utopia
que se foda a utopia
sigo focando o milagre !
AH rimbaud !
eu era jovem demais & sua magia me abraçou com o nascimento do trabalho novo - a nova consciência!
e daqui do meu balcão vejo o homem pior do que ele deve ser
daqui do meu balcão penso em kropotikin sem esperança
até porque,o que deve ser feito- o que ?! sou alguém que ama imagens
como um louco um santo um surto vejo o milagre da multiplicação & vejo qualquer cristo como um grande revolucionário
milagre à utopia
que se foda a utopia
sigo focando o milagre !
..........devaneio sereno.........
O HOMEM SE ALIMENTA DA DELICADEZA
E SUTILEZA FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS
O POVO DORME COM FOME DE DELICADEZA
SUTILEZA FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS
A GULA VIVE DO HOMEM O INDELICADO E SUTIL
FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS A GULA DELE
VIVE DA FOME DO POVO ENSANGUENTADO
FORTE ARMAS E POESIA DELICADO COM O AMOR
E VIDA SUTIL NO TATO DOS OLHARES ASSIM COMO
NÃO O HOMEM QUE AMA A SUA IMAGEM TANTO
QUE É CAPAZ DE TUDO POR NADA APENAS
SUA FACE NUMA PAREDE DOURADA DE ESPELHOS
E SUTILEZA FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS
O POVO DORME COM FOME DE DELICADEZA
SUTILEZA FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS
A GULA VIVE DO HOMEM O INDELICADO E SUTIL
FORÇA LEVEZA SANGUE E ARMAS A GULA DELE
VIVE DA FOME DO POVO ENSANGUENTADO
FORTE ARMAS E POESIA DELICADO COM O AMOR
E VIDA SUTIL NO TATO DOS OLHARES ASSIM COMO
NÃO O HOMEM QUE AMA A SUA IMAGEM TANTO
QUE É CAPAZ DE TUDO POR NADA APENAS
SUA FACE NUMA PAREDE DOURADA DE ESPELHOS
['' a vida sem festas é um longo caminho sem hospedaria'']
. . . Marechal Carleto .:. canção eslava - poemas bélicos - . . .
lembro em 2004 todos os dias nós recitávamos com orgulho: '' o sol doira sem literatura'' e ficávamos salinos escutando o marulho de ipanema desfrutando a juventude plena de alegria e de um niilismo que gozava a metafísica de inúteis sonhadores desiludidos - acima de tudo felizes desiludidos sem esperanças frente ao momento do estalo de consciência que levaria todos de volta para trilha de Lemúria - momento que nunca chegou e agora tudo foi ficando mais perigoso, sabia que não tínhamos razão porra nenhuma - adorava isso eu ainda adoro isso enquanto todos estão aí construindo fortalezas com a razão eu invado derrubando suas muralhas armado de vinho consagrado a Dioníso e os meus olhos são as portas para a malha que engole e cospe os pequenos sensatos - eu e meu amigo Loscar incendiamos e saqueamos a estática dos pequenos - nossa cosmologia é belicosa imponente sagrada reverencia a manía de samadhi, os Deuses antigos as bebidas fermentadas as pétalas devoradas à exaustão - dançamos como bárbaros dançavam para lua cuspimos hidromel e regozijamos coçando a barriga frente ao espelho coroando a ilusão dilacerante vendo o medo e a insegurança daqueles que imaginam a redenção na forma: pra nós a forma só pode ser a carne e sua essência a carne e a eternidade a carne e Jesus a carne a poesia o firmamento a hóstia tem gosto de uva pisada num alpendre florido lá na eternidade acampados perto do Hades convidamos a orbe que seja para destilar mais uma palestra e ensinar que a alegria só existe com a dor e só os ferozes são livres e só os ascetas são iluminados e o ascetismo é trágico banhado a vinho monástico !!
lembro em 2004 todos os dias nós recitávamos com orgulho: '' o sol doira sem literatura'' e ficávamos salinos escutando o marulho de ipanema desfrutando a juventude plena de alegria e de um niilismo que gozava a metafísica de inúteis sonhadores desiludidos - acima de tudo felizes desiludidos sem esperanças frente ao momento do estalo de consciência que levaria todos de volta para trilha de Lemúria - momento que nunca chegou e agora tudo foi ficando mais perigoso, sabia que não tínhamos razão porra nenhuma - adorava isso eu ainda adoro isso enquanto todos estão aí construindo fortalezas com a razão eu invado derrubando suas muralhas armado de vinho consagrado a Dioníso e os meus olhos são as portas para a malha que engole e cospe os pequenos sensatos - eu e meu amigo Loscar incendiamos e saqueamos a estática dos pequenos - nossa cosmologia é belicosa imponente sagrada reverencia a manía de samadhi, os Deuses antigos as bebidas fermentadas as pétalas devoradas à exaustão - dançamos como bárbaros dançavam para lua cuspimos hidromel e regozijamos coçando a barriga frente ao espelho coroando a ilusão dilacerante vendo o medo e a insegurança daqueles que imaginam a redenção na forma: pra nós a forma só pode ser a carne e sua essência a carne e a eternidade a carne e Jesus a carne a poesia o firmamento a hóstia tem gosto de uva pisada num alpendre florido lá na eternidade acampados perto do Hades convidamos a orbe que seja para destilar mais uma palestra e ensinar que a alegria só existe com a dor e só os ferozes são livres e só os ascetas são iluminados e o ascetismo é trágico banhado a vinho monástico !!
poesia de balcão
*shabat - revisitando o vapor cromado do verão violento violeta violácio ordinário - foi Manuel Bandeira que não estava no meu sonho com seu pneumotórax - não nem era Bandeira era seu verso de uma forma ou de outra era un tango argentino cantado não era Gardel o tango argelino cantado não era caliente era sim no show de Tom Zé em plena concha acústica de Salvador eu e o amigo Biel devorando as cores da platéia experiência lisérgica enquanto Hique tratava a solta para que De Niro Dagô Robert e Gatona (Pussy Cat) enrolasse com a roupa cedida pela Belita, foi nessa noite que Tártaro me falou : '' que viagem péédrinho ... '' primavera na Bahia festival de flores na praça de Lençóis no séc. XVIII o segundo maior consulado geral francês da pátria ficava no sobrado ao lado do atual prédio do banco do brasil - de lá eles levaram o nosso ouro o nosso diamante a nossa fome a nossa fúria - os franceses tais iluministas para mim não passam de rapaces fedorentos donos de abóbodas donos de idéias donos de ilusões donos de cúpulas douradas - Rimbaud deve ter respirado realmente como nunca antes ao chegar pela primeira vez na África - Verlaine reencarnou nos trópicos e Ginsberg cara ele gosta do meu estilo pego uma pedra e atiro no vidro !! não existem segundas chances para a verdade aliás para a verdade existe apenas os prelúdios instantâneos
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